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Segunda-feira, 02 de Outubro de 2017 10h05
Neste Outubro Rosa, o acesso ainda é o maior desafio do câncer de mama
Entra ano, sai ano e o cenário do câncer de mama no Brasil continua crítico.

O principal gargalo ainda é a dificuldade de acesso das mulheres para conseguir atendimento desde a prevenção até o tratamento pelo Sistema único de Saúde (SUS). Atenta e preocupada com os diversos entraves encontrados pela população, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) alerta o público sobre a necessidade da população em se conscientizar cada vez mais e lutar pelos seus direitos.

De acordo com o presidente da SBM, Antônio Frasson, o primeiro obstáculo ainda é a falta de informação da população de um modo geral. Segundo ele, em boa parte do país há um notório desconhecimento sobre a importância de se cuidar. Em seguida, as mulheres encontram sérias dificuldades para identificar onde e como agendar uma consulta com o mastologista, realizar a mamografia, biópsia e tratamentos, como quimioterapia e radiologia etc. “é preciso que o público feminino tenha consciência da importância do assunto não só em outubro, mas durante o ano todo, além de ter entendimento sobre como funciona a saúde pública”, afirma Frasson, citando a complexidade do Sistema de Centrais de Regulação (SISREG), que limita as mulheres a ficarem aguardando por um telefonema. 

Ele lembra que o câncer tem pressa e não espera burocracia. “Muitas vezes, o tumor pode demorar de 7 a 10 anos para atingir 1 cm. Depois disso dobra de tamanho a cada seis meses. Por isso o diagnóstico precoce é a linha determinante entre a maior ou menor chance de cura da doença, já que se detectada no início pode chegar a mais de 95%”, afirma Frasson. 

Outro ponto importante apontado pelo mastologista é o comportamento da própria mulher. Muitas não procuram o acompanhamento médico e outras realizam exames, mas não vão buscar o resultado. O motivo também tem a ver com a falta de conhecimento, medo, informações equivocadas etc. “Há muitos mitos sobre o assunto e as mulheres se impressionam, se amedrontam e acabam não se cuidando preventivamente”, diz Frasson, acrescentando que o medo do diagnóstico e de que o exame causa dor são algumas das razões que afastam as mulheres.

 Neste contexto, a SBM atuará neste Outubro Rosa com foco em incentivar as mulheres a se cuidar, mais e melhor, quebrando as barreiras do medo, além de encorajá-las na luta pelos seus direitos ao acesso. “Diz o dito popular que quem procura acha. Em relação ao câncer de mama isso deve ser visto como algo positivo", conclui o mastologista.

De acordo com o presidente da SBM, Antônio Frasson, o primeiro obstáculo ainda é a falta de informação da população de um modo geral. Segundo ele, em boa parte do país há um notório desconhecimento sobre a importância de se cuidar. Em seguida, as mulheres encontram sérias dificuldades para identificar onde e como agendar uma consulta com o mastologista, realizar a mamografia, biópsia e tratamentos, como quimioterapia e radiologia etc. “é preciso que o público feminino tenha consciência da importância do assunto não só em outubro, mas durante o ano todo, além de ter entendimento sobre como funciona a saúde pública”, afirma Frasson, citando a complexidade do Sistema de Centrais de Regulação (SISREG), que limita as mulheres a ficarem aguardando por um telefonema. 

Ele lembra que o câncer tem pressa e não espera burocracia. “Muitas vezes, o tumor pode demorar de 7 a 10 anos para atingir 1 cm. Depois disso dobra de tamanho a cada seis meses. Por isso o diagnóstico precoce é a linha determinante entre a maior ou menor chance de cura da doença, já que se detectada no início pode chegar a mais de 95%”, afirma Frasson. 

Outro ponto importante apontado pelo mastologista é o comportamento da própria mulher. Muitas não procuram o acompanhamento médico e outras realizam exames, mas não vão buscar o resultado. O motivo também tem a ver com a falta de conhecimento, medo, informações equivocadas etc. “Há muitos mitos sobre o assunto e as mulheres se impressionam, se amedrontam e acabam não se cuidando preventivamente”, diz Frasson, acrescentando que o medo do diagnóstico e de que o exame causa dor são algumas das razões que afastam as mulheres.

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